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História da Umbanda: origens, 1908 e a institucionalização

Linha do tempo documentada e narrativas tradicionais sobre a formação da Umbanda no Brasil.

História
História Representação artística em 3D, criada com ferramenta de IA para este site. Não é fotografia nem registro histórico.

Antes da Umbanda

História documentadaNo Brasil dos séculos XIX e XX, práticas de matriz africana, o espiritismo kardecista e o catolicismo popular conviviam, especialmente nas cidades. A historiografia vê a Umbanda como fruto desse encontro.

História documentadaYvonne Maggie estudou como a repressão policial e médica a “feitiços” marcou as religiões afro-brasileiras nesse período (Medo do feitiço).

1908 e a narrativa de Zélio

Narrativa tradicionalA tradição conta que, em 15 de novembro de 1908, em Niterói, o jovem Zélio Fernandino de Moraes recebeu o Caboclo das Sete Encruzilhadas, que anunciou um novo culto. Veja a página dedicada.

História documentadaEm 2012, a Lei 12.644 instituiu o Dia Nacional da Umbanda em 15 de novembro.

Organização e debate

História documentadaEm 1941 ocorreu o Primeiro Congresso do Espiritismo de Umbanda, no Rio de Janeiro, documento citado nas referências. Diana Brown analisou a Umbanda como religião de projeção política e social em seu estudo de 1986.

História documentadaO Censo 2010 do IBGE registra o número de pessoas que se declararam umbandistas; consulte a fonte oficial para os dados.

Memória de uma instituição e história da religião

Narrativa tradicionalUma narrativa de origem situa a manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas em 15 de novembro de 1908 e a criação da tenda no dia seguinte. Esse relato é central para a memória da instituição. Identificar sua autoria permite acolher a tradição sem tratá-la como a única explicação da formação de todas as Umbandas.

História documentadaSeu site apresenta um acervo de gravações e informa uma entrevista de Zélio a Lília Ribeiro em 1961. A existência dessas descrições ajuda a localizar testemunhos posteriores; não equivale, sozinha, a provar cada detalhe narrado sobre 1908. A página Zélio e a memória religiosa explica essa distinção.

Limite de documentação: Datas e personagens de origem vêm em parte de relatos religiosos posteriores. A página separa o que é documento do que é narrativa.

Referências bibliográficas

  Revisão editorial: rascunho informado, sem revisão por especialista · Atualizado em 2026-10-13

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