CASA PAI ROGERIO: Umbanda, história e ancestralidade

Representação artística em 3D gerada por IA, não fotografia. Composição simbólica, resolução real 1672x941.
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Sete passos para entrar na Umbanda com respeito e sem pressa.
IniciantesGuia de leitura para quem está conhecendo a Umbanda: o que é, de onde vem e como este site organiza o conteúdo.
HistóriaLinha do tempo documentada e narrativas tradicionais sobre a formação da Umbanda no Brasil.
TradiçõesDiferenças e pontos de contato entre Umbanda, Candomblé, Quimbanda, Tambor de Mina e outras tradições.
Contexto mundialRaízes iorubás e jeje-fon, Santería em Cuba, vodum no Caribe e a presença das matrizes africanas nas Américas.
Fundamentos e terreiroO que é um terreiro, como se organizam as giras e o que costuma haver nos espaços de Umbanda.
BúziosConhecimento sobre o jogo de búzios: origem, contexto religioso e limites éticos. Inclui experiência educativa e simbólica.Glossário43 termos explicados em linguagem simples, com a ressalva de que significados variam entre casas e tradições.Orixás
Uma página para cada Orixá, com imagem artística própria, referências e as diferenças entre as tradições.
OlodumarêO princípio supremo e criador na cosmologia iorubá, que não recebe culto direto como os orixás.
ExuO orixá do movimento, da comunicação e dos caminhos. Não deve ser confundido com as entidades chamadas Exus na Umbanda, nem com a
OxaláOrixá associado à criação da humanidade e à paz, reverenciado como pai de muitos orixás.
OgumOrixá do ferro, da tecnologia, da agricultura e dos caminhos, muito presente no Brasil.
OxóssiOrixá das matas e da caça, ligado à fartura, ao conhecimento da floresta e à proteção.
OxumOrixá das águas doces, da beleza, do amor, da fertilidade e dos metais preciosos.
OxumarêA serpente do arco-íris, que une o céu e a terra e é associada às transformações e aos ciclos da vida.
OssaimOrixá das plantas medicinais e litúrgicas, guardião do conhecimento das folhas.Entidades e linhas de trabalho
Caboclos, pretos-velhos, crianças, Exus, Pombagiras e outras linhas, com contexto e fontes.
Caboclos e caboclasLinha de trabalho associada à ancestralidade indígena e à mata, com diversidade de leituras entre as casas.
Pretos-velhos e pretas-velhasLinha de entidades que se apresentam como anciãos de origem africana, ligadas à memória da escravidão e à caridade.
Crianças (erês)Linha de entidades que se apresentam como crianças, alegres e brincalhonas. O termo “erê” tem usos distintos entre Umbanda e Cando
Exus da UmbandaLinha de entidades de trabalho que a bibliografia descreve como guardiões ligados às encruzilhadas e à “esquerda” da Umbanda, e qu
PombagirasEntidades femininas ligadas às encruzilhadas, com origem do nome no quimbundo e diferentes interpretações entre casas e estudiosos
BoiadeirosLinha que representa trabalhadores da zona rural brasileira, também chamados caboclos sertanejos ou de couro.
Baianos e baianasLinha ligada ao Nordeste e à migração nordestina para as grandes cidades, com popularidade especial em terreiros paulistanos.
MarinheirosLinha que representa marinheiros e marujos, associada a “descarregos”, consultas e passes, segundo a bibliografia.Jogo de búzios
Dois espaços: conhecimento e tradição, e uma experiência interativa que é apenas uma simulação educativa e simbólica, não uma consulta religiosa.
Biblioteca, glossário e trilhas
Referências bibliográficas dentro de cada página, glossário integrado e trilhas de estudo.
Biblioteca Glossário Perguntas frequentes Política editorial
Sobre este site. Distinguimos história documentada, crença e interpretação religiosa, narrativa tradicional e ensino de casa ou vertente. Não existe uma Umbanda única: cada casa tem seus fundamentos. Textos em revisão editorial; sem revisor especialista identificado até o momento.